E o que me invade hoje, é o vazio de não tê-lo aqui.
Tão distante, mesmo quando se aproxima. Tão longe, um do outro.
Tanto espaço entre nós.
Falta tanto, sobra tanto.
E permanece nessa imensidão. De nada, de tudo.
O tudo cheio de nada, o aparente nada cheio de tudo.
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